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Cardápio Digital Grátis para Restaurante: O Que Vem de Graça e O Que É Pago

Um cardápio digital grátis de verdade não cobra comissão nem taxa por pedido e não tem prazo pra acabar. Desconfie de grátis com limite de pedidos, teste que expira ou comissão embutida. No pede.me o plano grátis não cobra nada sobre a venda, e o Pro custa R$ 49,90 por mês.

O cardápio digital grátis é grátis de verdade?

Depende de quem paga a conta. Servidor, suporte e programador custam dinheiro em qualquer plataforma, então um cardápio digital "grátis" só existe se o custo for coberto de outro jeito. Existem basicamente quatro jeitos, e só um deles é bom pra quem vende.

  1. Comissão sobre o pedido. Você não paga mensalidade, mas uma fatia de cada venda vai embora. É o modelo dos marketplaces. Parece grátis até chegar o fim do mês.
  2. Teste que expira. Grátis por 7, 14 ou 30 dias. Depois pede cartão ou apaga o cardápio. Isso é período de avaliação, não plano grátis.
  3. Grátis com teto. Libera até X pedidos por mês, ou X produtos, e cobra acima disso. Funciona até o dia em que o seu delivery cresce, que é justamente o dia em que você mais precisa da ferramenta.
  4. Grátis pago por outros recursos. O básico não cobra nada sobre a venda, e a empresa se sustenta vendendo ferramentas extras num plano pago. É o modelo do pede.me, e a carta por que o pede.me é grátis conta isso sem rodeio.

Nenhum dos quatro é proibido, o problema é não saber qual deles você está assinando. O resto do artigo serve pra você descobrir isso em dez minutos, em qualquer concorrente.

Quais são as pegadinhas mais comuns em cardápio digital grátis?

São seis, e todas aparecem depois do cadastro, quando você já cadastrou cinquenta produtos e tirou foto de cada um.

Comissão escondida. A página diz "grátis", mas os termos falam em taxa sobre pedidos feitos pela plataforma. Procure as palavras comissão, taxa de serviço e taxa de intermediação.

Taxa por pedido. Uma taxa fixa, tipo R$ 0,99 ou R$ 1,50 por pedido, parece pouca coisa. Com 400 pedidos no mês, R$ 1,00 por pedido já são R$ 400. Vire tudo pra reais por mês antes de comparar.

Taxa de pagamento online. Quando o pagamento passa pela plataforma, quase sempre existe uma taxa de processamento, e o dinheiro cai com atraso. Isso não é necessariamente ruim, mas precisa estar na conta.

Limite de pedidos ou de produtos. O grátis acaba num número. Pergunte qual é e o que acontece quando você passa: bloqueia o cardápio ou cobra automático?

Marca d'água e propaganda. Tudo bem ter uma marca discreta no rodapé, é a forma de a empresa ser conhecida. Não tem nada de errado nisso se estiver claro. O problema é quando aparece anúncio de concorrente no seu cardápio ou quando o cliente é levado pra outra loja.

Prazo de teste disfarçado. O botão diz "comece grátis", mas a letra pequena diz "por 14 dias". Se pede cartão de crédito no cadastro, desconfie.

Checklist: como avaliar qualquer cardápio digital grátis em 10 minutos

Antes de cadastrar, abra a página de preços e os termos de uso e responda estas perguntas. Se alguma ficar sem resposta clara, pergunte por escrito ao suporte.

  • Existe comissão sobre pedidos? De quantos por cento?
  • Existe taxa fixa por pedido, ou taxa de pagamento online?
  • Existe limite de pedidos por mês? E de produtos, fotos ou categorias?
  • O plano grátis tem data pra acabar? Pede cartão no cadastro?
  • Quem recebe o dinheiro primeiro, a plataforma ou eu? Em quantos dias cai?
  • O que aparece no meu cardápio que não é meu (marca, anúncio, link de outra loja)?
  • O link do cardápio é meu e funciona se eu sair? Consigo levar meus produtos e meus clientes embora?
  • Quanto custa o plano pago e o que ele libera que eu realmente usaria?
  • O suporte responde quem? Existe um canal de verdade ou só um chat automático?

Agora a conta que decide. Suponha 300 pedidos por mês com ticket médio de R$ 45, ou seja, R$ 13.500 de faturamento:

  • Comissão de 10%: R$ 1.350 por mês.
  • Taxa fixa de R$ 1,00 por pedido: R$ 300 por mês.
  • Plano pago de R$ 49,90 por mês e zero de comissão: R$ 49,90 por mês.

Repare que o plano com mensalidade, mesmo pago, costuma ser mais barato que o "grátis" com comissão, assim que o volume cresce. Por isso a pergunta certa não é "é grátis?", e sim "quanto sobra no meu caixa no fim do mês?". Se quiser ver essa conta de ponta a ponta, a página cardápio digital sem comissão mostra quanto uma comissão de 20% custa no fim do mês.

O que o plano grátis do pede.me inclui hoje?

O plano grátis do pede.me não tem comissão, não tem taxa por pedido, não tem limite de pedidos e não tem prazo. A lista abaixo é a que consta hoje no produto:

  • Cardápio digital com link próprio.
  • Cardápio montado pela foto: você manda até 8 fotos do seu cardápio impresso e ele sai pronto pra revisar.
  • Painel de pedidos ao vivo, com som, e aviso de pedido novo no celular.
  • Pedido lançado pelo painel, pra o que chega por telefone e balcão.
  • Taxa de entrega por bairro.
  • Aparecer no Descobrir, a busca do pede.me por cidade.
  • Aplicativo do pede.me na tela de início do celular do seu cliente.
  • Entregador com link próprio pra confirmar a entrega.
  • PIX direto pra sua conta, sem repasse. No plano grátis, quando o cliente paga pela chave, você confere o pagamento no app do banco.

O que ele não tem, e é bom saber antes: o cardápio mostra a marca Pede.me no rodapé, e as ferramentas de gestão e de venda extra ficam no Pro. Não existe aqui a promessa de "tudo liberado". O grátis é pra você vender. O Pro é pra você vender mais e organizar a casa.

Quer ver a página resumida com o passo a passo de publicar? É a cardápio digital grátis.

O que fica no plano Pro (R$ 49,90/mês)?

O plano Pro custa R$ 49,90 por mês, sem fidelidade e sem comissão. Quem assina por períodos maiores paga menos por mês, e a tabela completa está na página /pro. O que ele libera, organizado pelo problema que resolve:

  • Salão e cozinha: comandas de mesa, QR code na mesa pro cliente pedir sozinho, modo totem no tablet que você já tem e tela de produção (KDS) pra cozinha.
  • Venda extra: cupom de desconto, cashback pra o cliente voltar, stories e destaques no cardápio, pedido agendado e encomenda com sinal.
  • Gestão: relatórios de vendas por dia e por horário, funil do cardápio, controle de caixa e estoque com baixa automática.
  • Entrega: taxa por distância, entrega só dentro do município, rastreio do entregador no mapa e envio pelos Correios.
  • Pagamento: cartão de crédito e PIX com confirmação automática, que exige conectar sua conta de recebimento.
  • Marca: cardápio sem a marca Pede.me, domínio próprio, 100 temas e tema com a cor da sua marca.

Um aviso de honestidade: nem tudo isso é pra todo mundo. Quem vende só delivery e tem 60 pedidos por mês provavelmente não precisa de comanda de mesa. Quem tem salão com seis mesas talvez precise. Por isso a regra é assinar o Pro só quando você sentir falta de algo concreto.

Quanto custa pagar o Pro, e quando ele compensa?

Compensa quando uma única ferramenta paga a mensalidade. Alguns exemplos com número, todos hipotéticos pra você trocar pelos seus:

  • Cupom de primeira compra. Se o cupom traz 6 clientes novos por mês com ticket de R$ 45, são R$ 270 de venda. Mesmo dando 10% de desconto, entram R$ 243, bem mais que os R$ 49,90 da mensalidade. O artigo sobre cupom de desconto pra restaurante mostra como calcular sem perder margem.
  • Comanda e QR na mesa. Se um garçom a menos por turno economiza R$ 60 por dia, são mais de R$ 1.000 por mês. Se você nem tem salão, esse item vale zero pra você.
  • Cashback e fidelidade. Se 8 clientes voltam uma vez a mais por mês por causa do crédito, são R$ 360 de venda recorrente.
  • Tirar a marca e usar domínio próprio. Valor mais difícil de medir, mas relevante se você está construindo sua marca no Instagram.

O ponto de equilíbrio do Pro, na prática: com margem líquida de 20% sobre o pedido, você precisa de cerca de R$ 250 de venda extra por mês (R$ 49,90 divididos por 0,20) pra a mensalidade se pagar sozinha. Se a ferramenta não promete trazer isso, não assine ainda.

Vale começar no grátis ou já ir pro Pro?

Comece no grátis quase sempre. Os motivos são simples: não pede cartão, você não perde nada se desistir, e dá pra descobrir em duas semanas de operação o que de fato falta.

Vá direto pro Pro só em três situações: você tem salão e quer comanda e QR na mesa desde o primeiro dia, você já tem uma cozinha com mais de uma estação e precisa da tela de produção, ou você trabalha com encomenda e precisa cobrar sinal online.

Um roteiro sensato de 30 dias:

  1. Semana 1: monte o cardápio (use a foto do cardápio impresso pra ganhar tempo), configure bairros e abra a loja.
  2. Semana 2: divulgue o link no Instagram e no WhatsApp e anote qual canal traz mais pedido.
  3. Semana 3: liste o que você fez manualmente e achou chato. Esse é o seu candidato a recurso do Pro.
  4. Semana 4: decida com número, não com impressão. Se o recurso resolve algo que custa mais de R$ 50 por mês em tempo ou venda perdida, assine.

Como saber se o pede.me é a escolha certa pra você?

Compare com o que você usa hoje, usando o checklist acima. Se o seu problema principal é a comissão de marketplace, a página alternativa ao iFood mostra como usar os dois canais ao mesmo tempo. E se o plano grátis não resolver o que você precisa, melhor saber isso agora do que depois de cadastrar cem produtos.

Se quiser testar sem compromisso, dá pra publicar o seu cardápio em poucos minutos em app.pede.me/signup, sem cartão e sem prazo pra acabar.

Perguntas frequentes

Existe, mas você precisa olhar quem paga a conta. Alguns são grátis porque cobram comissão sobre cada pedido, outros são grátis só durante um teste, e outros limitam pedidos por mês. O grátis honesto é o que não cobra nada sobre a venda e não tem data pra acabar. No pede.me o plano grátis é assim: sem comissão, sem taxa por pedido e sem prazo.

Não. O plano grátis não tem teto de pedidos nem comissão. O que fica de fora são ferramentas de gestão e de venda extra, que são do plano Pro (R$ 49,90/mês), e o cardápio do grátis mostra a marca Pede.me no rodapé.

Nos dois o dinheiro vai direto pra sua conta, sem repasse e sem comissão. A diferença é a conferência: no plano grátis, quando o cliente paga pela sua chave, você confirma o pagamento à mão no app do banco. A confirmação automática, com a conta de recebimento conectada, é do plano Pro.

Não. O cadastro no plano grátis não pede cartão e não vira cobrança sozinho. Se um dia você quiser o Pro, a assinatura é uma decisão separada, feita no painel, e você escolhe o período.

Pode, e é o caminho que mais faz sentido. Comece no grátis, veja quais pedidos chegam e só assine o Pro quando sentir falta de algo concreto, como cupom, comanda de mesa ou relatório. Seu cardápio e seu link continuam os mesmos.

Leia a página de preços e os termos de uso procurando as palavras comissão, taxa por pedido, taxa de serviço e taxa de pagamento online. Depois faça a conta com o seu volume real: pedidos por mês vezes ticket médio vezes o percentual. Se a página não deixa o número claro, pergunte por escrito antes de cadastrar.

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